O povo brasileiro experimentou um misto de euforia e luto concomitantes. Tínhamos 37 motivos para comemorar, e cerca de 200 motivos para chorar.
Os jornais não sabiam como dividir suas principais notícias em sua página principal. A manchete principal anunciava a maior tragédia da aviação brasileira, apenas dez meses depois do acidente envolvendo as aeronaves da GOL e da Legacy.
Logo abaixo, quase no rodapé dos jornais, lia-se as conquistas e medalhas dos atletas brasileiros no PAN.
Quem quer que comemorasse tais conquistas, logo se sentia mal, por achar que as razões para lamentar eram muito maiores do que para celebrar.
O que vale mais? Medalhas ganhas ou vidas perdidas?
Bilhões de reais foram gastos para que o PAN do Rio projetasse o Brasil no Exterior, e fortalecesse sua candidatura à Copa do Mundo em 2014 e aos Jogos Olímpicos em 2016. O investimento parece ter surtido efeito. Pena que não houve o mesmo esforço por parte dos governos para solucionar o caos aéreo, o que resultou nessa histórica tragédia.
Ironicamente, não foi o PAN que mais projetou o Brasil nos telejornais internacionais, como o da CNN, o da FoxNews e o da BBC. Mas foi a tragédia aérea, e o descaso do governo brasileiro para com a segurança aérea de seus cidadãos.
autor:Hermes C. Fernandes blog:www.hermesfernandes.blogspot.com
Foi um show agitadíssimo. As milhares de pessoas presentes no estádio estavam esgotadas de tanto pular, dançar e cantar, ao som do mais badalado rock and roll e diante da pirotecnia produzida pelas mais modernas tecnologias em telões e iluminação. Mas a noite ainda não estava completa. No final, em peso a galera começou a pedir bis. Foi aí que veio a surpresa. Depois de agradecer diversas vezes ao “Todo-Poderoso”, o vocalista da banda começou a cantar a palavra “Aleluia”. E não parou mais. Logo, a melodia contagiante e a mensagem penetraram na alma dos presentes e a massa também começou a louvar ao Senhor. Foi com este som, que o grupo deixou o palco. Se essa cena fosse vista em qualquer apresentação de música gospel, não haveria nada a estranhar. Mas não. Foi o encerramento de mais um show da maior banda de rock do planeta, o U2.Também não foi uma exceção. Desde seus primeiro sucessos, como I will follow e Sunday Bloody Sunday, a religião e a política dão o tom das músicas da banda. Aliás, esse lado espiritual, fez com que a banda irlandesa fosse o único grupo da história a não sofrer com as acusações de trazer mensagens escondidas em seus álbuns, reveladas quando os antigos discos de vinil eram tocados ao contrário. Eles adoram pregar o Evangelho e batalhar por causas sociais e humanitárias com seu trabalho. Simplesmente, é impensável ver a banda flertando com o ocultismo ou qualquer coisa que destoe da mensagem cristã, como acontece com outros ícones do rock como Led Zeppellin ou Rolling Stones. Carolas? “Sei que Jesus levou todos os meus pecados na cruz. Por isso, muitas de minhas canções são como orações”, tem afirmado em diversas entrevistas Paul David Hewson, o Bono Vox, 45, líder da banda. Foi ele o responsável pelos “Aleluia”, cantados em encerramentos de shows da turnê mundial Elevation e por composições como 40, na verdade a leitura em ritmo de rock do Salmo da Bíblia.
O U2 – cujo nome em inglês lê-se “you too”, “você também” – já vendeu, em quase 30 anos de carreira, mais de 120 milhões de discos. Sua atual turnê, Vertigo, que atraiu no fim de fevereiro 150 mil pessoas para dois shows em São Paulo, já passou por 110 cidades da Europa e dos Estados Unidos e reuniu outros 5 milhões de espectadores. O sucesso é notório, tanto que a revista de economia Forbes a apontou como a segunda banda que mais ganha dinheiro no mundo, atrás apenas dos Rolling Stones.
Norteado por princípios cristãos, Bono não se contentou em ser um astro pop e decidiu aplicar sua vida na luta por causas sociais e humanitárias. Primeiro no cenário doméstico da Irlanda, dividida pelos confrontos entre católicos e protestantes que já duram mais de um século. Depois, mundo afora. Em 1984, homenageou o ativista e pastor negro Martin Luther King, assassinado em 1968 por causa de sua luta contra a discriminação racial, com a música Pride – In the name of love e começou a lotar estádios. Um ano depois, após participar do concerto Live Aid e ajudar na arrecadação de fundos para combater a fome na África, passou seis semanas em viagem missionária na Etiópia com a esposa, conhecendo in loco, as agruras do continente. Longe da futilidade de outros grupos e do tradicional lema “sexo, drogas e rock and roll”, Bono tem trânsito livre com importantes líderes mundiais, a ponto de ser figurinha carimbada nos encontros do Fórum Econômico Mundial, em Davos, e de fazer coisas inusitadas no meio de suas apresentações, como ligar para autoridades da ONU ou pedir que o público envie por celular mensagens para o presidente dos Estados Unidos. Mas suas ações não ficam apenas no discurso. Recentemente, ele foi o porta-voz da campanha Drop the Debt (Derrube a Dívida), que conseguiu perdão da dívida de 14 países e revisão da de outros quatro junto às nações mais ricas, o G8. Também garantiu uma ajuda de US$ 50 bilhões para os países mais pobres e remédios contra a Aids para 10 milhões de africanos.
Religião prática – Essa agenda movimentada faz com que Bono perca a paciência ao ficar horas em estúdio para novas gravações. “Falamos para ele ir para ‘aquele lugar’ e depois procurar o George Bush. E o pior é que ele vai”, brinca David Howell Evans, o The Edge, guitarrista do U2. O presidente dos EUA é um dos maiores aliados de Bono em algumas de suas campanhas. Apesar de ter conquistado os norte-americanos com a renovação de seu estilo musical a cada disco e transformar a canção Walk on em um hino para os americanos após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, a aproximação se deveu mesmo à religião, já que Bush se declara um metodista fervoroso. Filho de mãe protestante e pai católico, Bono prega uma mensagem ecumênica e de paz. Não à toa, foi a pessoa do ano da revista Time, ao lado de Bill e Melina Gates e, agora, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz. Ele diz que os dois momentos mais importantes de sua vida foram os encontros com o evangelista batista Billy Graham e com o papa João Paulo II.
Nos shows realizados na capital paulista, um dos momentos mais marcantes foi a exibição no telão descomunal formado por 12 mil pequenas lâmpadas da palavra “coexista”, com as letras C, X e T formando os símbolos do Islamismo, do Judaísmo e do Cristianismo. “Os rapazes do U2 realmente são cristãos convertidos”, diz o presbiteriano Steve Stockman em seu livro Walk on – a jornada espiritual do U2, recém-lançado no Brasil pela editora W4 Endonet. Stockman, que não esconde sua admiração pela banda, explica que no começo dos anos 80, três dos quatro integrantes do U2 freqüentavam um grupo de oração e estudos bíblicos carismático em Dublin, na Irlanda, chamado Shalom. Além de Bono, The Edge e Lauren Joseph Mullen Jr, o Larry, professam a fé cristã desde aqueles tempos. Essa influência fica muito clara nos álbuns October e Joshua Tree. O primeiro, inclusive, chegou a ser classificado por alguns críticos como um disco gospel. “Realmente, naquela época, ouvimos muita música gospel. Precisávamos de uma mensagem. Algo que vivêssemos. Acho que isso acaba aparecendo em nosso trabalho”, confirma The Edge. Como não professa a mesma fé dos amigos, o baixista Adam Clayton quase deixou a banda. “O grupo só não acabou porque ele conseguiu se adaptar à crença dos demais no decorrer dos anos. A amizade e a união também foram fundamentais, já que a crença que os músicos têm é de uma espiritualidade mais prática e menos presa a conceitos tradicionais”, diz o jornalista brasileiro Claudio Dirani, autor do livro U2: história e canções comentadas, publicado pela Editora Lira. Segundo Dirani, não é possível entender a religiosidade da banda sem compreender também o contexto irlandês. “Lá não é como aqui no Brasil, onde o evangélico é uma pessoa com religião apenas nominal, em geral católica, que se converte. A Irlanda é muito religiosa e politizada e a comunidade Shalom não era tradicional como os católicos e protestantes do país”, explica. Vindo desse contexto e de uma família mista, até hoje Bono professa uma religião independente, nem católica nem evangélica, mas com diálogo com as duas correntes. Talvez, por isso, muitos duvidem que seja mesmo uma pessoa que entregou a vida a Cristo, a ponto de ser chamado de anticristo por vários pregadores. E, de fato, ainda que fale muito da fé e o documentário sobre sua vida se chame O filho favorito de Deus, ele não é um cristão típico. Apesar de preservar muito sua vida pessoal, quase nunca aparecendo em revistas de celebridades e não gerando notícias de casos extraconjugais – é casado há mais de 20 anos com Alison Stewart, namorada dos tempos de escola, e tem com ela seus quatro filhos: Jordan, Eve, Elijah e John.
Nicko Mcbrain é o baterista da banda inglesa Iron Maiden, e nessa entrevista ele fala sobre a sua conversão ao Cristianismo, ocorrida em 1999:
“A pergunta mais comum que as pessoas sempre fazem é, ‘Como você pode tocar ‘Number of the Beast?’ Bem, espera aí, é apenas uma história. Se você olhar no Livro das Revelações, vai estar tudo lá, toda essa raiva, todo esse negócio. E isso, foi uma música escrita a partir de um pesadelo que Steve teve. “E a minha opinião é que um dos maiores truques que o Diabo já fez é fazer você acreditar que ele não existe. Eu posso dar um tapinha no ombro das pessoas e falar, ‘Eu não estou glorificando-o – se eu estivesse eu não seria Cristão.”
“Pois eu entendo, e a maioria dos Cristãos entendem, que o pecado é o domínio do Diabo e o último pecado é a morte, mas nós temos um caminho a ser seguido, e é aí que a fé e o Cristianismo entram em cena. Algumas vezes eu já tive a oportunidade de conversar com as pessoas sobre a minha fé e sobre o que eu sinto, e talvez esta seja a maneira que o bom Deus esteja trabalhando comigo.”
“Por ainda ser possível estar em uma banda tão grande, onde pessoas pensam que somos demoníacos ou Satânicos, a maioria das pessoas que nos conhecem e possuem um mínimo senso e inteligência, sabem que isso não é verdade. Não é necessário ser um Einsten para escutar os nossos álbuns e escutar as letras das músicas para entender o que está acontencendo.”
“Okay, então Eddie é o mascote da banda, certo? E ele é... meio que... bem, ele é um demônio, você sabe! Ele é o que você quer que ele seja, entende? Digo, escute isso, olhe para o número da Besta, aqui está ele, o mascote do Demônio! Mas você sabe, nós não estamos glorificando Eddie como um demônio. Ele é apenas.... um personagem de desenho. “Mas pessoas podem olhar e falar, ‘espere um minuto, Nicko, como você pode dizer que é Cristão, e estar tocando numa banda que tem esse tipo de coisa acontecendo? “Quando você se torna Cristão, você não se torna livre dos pecados, a idéia é pecar o menos possível. Somos todos pecadores, nunca estaremos limpos até o dia que o bom Deus estará na nossa frente para nos julgar. Eu tento viver a minha vida, eu realmente caio as vezes, e o ocasionalmente eu caio muito profundamente e eu tenho que me ajoelhar e implorar por perdão. Não é uma coisa fácil, não é para ser mesmo.”
Sobre um suposta tentativa de converter os seus amigos de banda para a sua fé: “Nós já tivemos algumas incríveis conversas bem profundas entre nós. Não posso dizer a você que estou tentando converter todos esses caras da minha banda para serem Cristãos. Eu os estou levando pelo meu caminho, e se eles escolherem seguir os planos de Deus como está na Bíblia, isso é por conta deles. Eu digo para todos eles, entende, na minha crença, no momento, se você se vira para o salvador Jesus Cristo, você terá uma vida eterna no Céu com ele!... Nós não falamos sobre isso todas as vezes que estamos juntos, mas já tivemos algumas incríveis conversas durante esses anos.” “Eu realmente oro para o Senhor por ainda ser possível estar nessa banda, e as bênçãos que nós todos temos por poder fazer esse tipo de música.
For The Greater Good Of God (Harris) 9:24
Com mais de nove minutos, esta é a maior música do novo disco do Iron Maiden. E é um épico! Muitas paradas, algumas mudanças rítmicas e melódicas e mais um refrão grudento: “Please tell me now what life is / Please tell me now what love is / Well tell me now what war is / Again tell me what life is” [N. do T.: Por favor, me diga o que a vida é / Por favor, me diga o que o amor é / Bem, agora me diga o que a guerra é / E diga de novo o que a vida é”]. A letra questiona a existência da guerra, mas também louva a Deus e cita até o fato de Jesus ter dado sua vida na cruz. Independentemente da posição religiosa de cada um, esta é uma letra interessante de se observar. Será que Seve Harris teria se convertido? Voltando à música, apesar de longa, ela é muito agradável de se ouvir.
2 a 4,5 °C. De acordo com estimativas feitas pelo painel intergovernamental de mudança climática, essa é a faixa de elevação que deve sofrer a temperatura média global até o final deste século.
2.000 quilômetros quadrados. Todo ano, áreas desse tamanho se transformam em deserto devido à falta de chuvas.
40% das árvores da Amazônia podem desaparecer antes do final do século, caso a temperatura suba de 2 a 3 graus.
2.000 metros. Foi o comprimento que a geleira Gangotri (que tem agora 25 km), no Himalaia, perdeu em 150 anos. E o ritmo está acelerando.
750 bilhões de toneladas. É o total de CO2 na atmosfera hoje.
2050. Cientistas calculam que, quando chegarmos a esse ano, milhões de pessoas que vivem em deltas de rios serão removidas, caso seja mantido o ritmo atual de aquecimento. a calota polar irá desaparecer por completo dentro de 100 anos, de acordo com estudos publicados pela National Sachetimes de Nova Iorque em julho de 2005, isso irá provocar o fim das correntes marítimas no oceano atlântico, o que fará que o clima fique mais frio, é a grande contradição de aquecendo esfria.
o clima ficará mais frio apenas no hemisfério norte, quanto ao resto do mundo a temperatura média subirá e os padrões de secas e chuvas serão alterados em todo o planeta.
o aquecimento da terra e também outros danos ao ambiente está fazendo com que a seleção natural vá num ritmo 50 vezes mais rápido do que o registrado a 100 anos. de 9 a 58% das espécies em terra e no mar vão ser extintas nas próximas décadas, segundo diferentes hipóteses.
Super Size Me (Super Size Me – a dieta do palhaço no Brasil) é um filme do gênero documentário que tenta demonstrar com uma experiência os malefícios do fast-food, utilizando-se como exemplo o McDonald's. O diretor do filme passou um mês se alimentando apenas dos ítens do cardápio da rede. Ao final estava mais gordo e com o colesterol mais alto.
Para voltar ao peso anterior, Morgan Spurlock usou uma dieta vegana de desintoxicação feita pela namorada que é vegetariana. Perdeu 4,5 kg em dois meses, embora tenha demorado mais ainda quando voltou a comer carne para perder os 7 quilos para voltar ao peso original
Aqui o protagonista de "Super Size Me" pergunta as crianças de uma escola quem que esta na placa.E nem quando mostram Jesus as crianças reconhecem,só reconhecemcquando mostram Ronald Mc'Donalds.
®»O segredo de voar é aprender como se atirar no chão e errar ®»O cinema ajuda a sonhar, televisão a dormir. ®»O tempo perdido não se encontra nunca mais. ®»Não espere esperando, espere vivendo. ®»Pensar enlouquece.Pense nisso. Saudade é a presença da ausência. ®»As grandes idéias sempre encontram os homens que as procuram ®»Em cada minuto de tristeza,você perde 60 segundos de alegria. ®»Pense grande.Você já ouviu falar de Alexandre,o Médio? ®»Há vida inteligente na terra?Sim, porém estou apenas de passagem. ®»Se você está tentando me deixar louco, chegou tarde. ®»Não acredite em extraterrestres.Eles são muito mentirosos.